quarta-feira, 31 de agosto de 2011

Sangue

            É nestes momentos que a dor é patente no meu coração. Sinto o sangue percorrer o meu corpo como a dor a embalar o meu pensamento. Fraqueza e solidão são as características do meu ser. Pára! Por favor, pára! Suplico-te. Não me faças sofrer mais. Deixa-me morrer afogada no sangue que verte do meu coração. Irei morrer e sofrer, mas libertarei a minha alma do coração que te pertence…
Sara

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